JOAO LUIS - radialista - SANTA QUITERIA - CE

31/05/2008

ESTUDIOSO DIZ: CEARÁ TEM POTENCIAL PARA EXPLORAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO

          Há tempo que o deputado Tomás Figueiredo Filho bate nesta tecla, basta os orgãos competentes lutarem e buscarem juntos ao governo federal e as empresas privadas para que consigam explorar nossas riquezas.    Veja maiores detalhes na matéria abaixo.   

A viabilidade econômica para a exploração das jazidas de minério de ferro do Ceará está assegurada. A informação é do diretor de desenvolvimento setorial da Agência de Desenvolvimento do Ceará (Adece), Eduardo Diogo.

De acordo com o geólogo e professor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Christiano Magini, que integra a equipe de profissionais de estudos de ocorrências do minério no Estado, há ferro em várias porções do Estado e o potencial de todas as jazidas unidas pode chegar a 200 milhões de toneladas. A quantidade estimada, segundo ele, daria para abastecer a Companhia Siderúrgica do Pecém por muitos anos.

"Há ferro em Sobral, Mucambo, Boa Viagem , Tejuçuoca, Quiterianópolis, Novo Oriente e em Santa Quitéria e Martinópolis, em menor quantidade. Todas são reservas de pequeno porte que, juntas, devem somar de 100 a 200 milhões de toneladas. Isso daria para abastecer facilmente a siderúrgica do Estado por bons anos porque o consumo dela está estimado em seis milhões de toneladas", afirma o geólogo.

 
Para o geólogo Christiano Magini, a falta de infra-estrutura para transportar o minério extraído do subsolo cearense é o que pode inviabilizar essa possibilidade de exportação, na opinião dele. O Estado não teria como exportar porque não tem estrada de ferro nem um porto preparado e esses problemas não vão ser resolvidos rapidamente.

Para o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), existe otimismo pela criação da Câmara Setorial Mineral, pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece). A entidade afirma ainda que o Anuário Mineral Brasileiro (AMB) de 2006 informava que o Estado possui uma reserva de 25 milhões de toneladas, mas ressalta que é preciso realizar pesquisas para confirmar as ocorrências recém descobertas.

por: Marcelino Júnior. 

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